"Entre já no clima das Olimpíadas e acompanhe a Tocha Olímpica por todos os lugares com este serviço da Google."
No oitavo dia do oitavo mês do oitavo ano do século XXI, isto é, em oito de agosto de 2008, realizar-se-á a 29ª (vigésima nona) edição dos Jogos Olímpicos de verão, em Pequim, na República Popular da China. O evento será recepcionado por uma mega estrutura de estádios, complexos esportivos e alojamentos.
Ao todo serão disputadas 31 modalidades de esportes, totalizando 302 eventos nas mais variadas formas, como o torneio olímpico de futebol, as 47 competições de atletismo e as 34 de natação.
A Tocha Olímpica
A história da Tocha nos Jogos Olímpicos remonta a um passado distante, muito antes de Cristo, na Grécia antiga. O fogo, como dádiva divina era sempre mantido aceso nas cidades. Nas Olimpíadas não era diferente; sempre havia uma tocha acesa, a qual era transportada pelo atleta vencedor das competições até o altar de Zeus, onde lhe eram oferecidos sacrifícios.
Nas Olimpíadas de 1928, em Amsterdã, o arquiteto holandês Jan Wils colocou uma tocha no projeto de um dos estádios.
Houve consenso em mantê-la acesa, então, a enviaram à Grécia, onde foi mantida por quatro anos até a próxima edição dos Jogos Olímpicos de verão, que foram realizados em Los Angeles, nos Estados Unidos. A tradição se manteve desde então e, desde 1928 a Tocha Olímpica está acesa.
A Viajem
Como é de costume, a Tocha Olímpica está viajando vários lugares e países antes de chegar à China, onde sempre existe uma recepção calorosa por parte das pessoas. A tocha saiu de Atenas, onde foram realizados os Jogos Olímpicos de Atenas em 2004, passou por várias cidades gregas, e passará ainda por cada um dos outro quatro continentes antes de chegar à seu destino final, Pequim.
Já que não é todo mundo que pode ter o prazer de acompanhar a Tocha Olímpica em sua viajem ao redor do mundo, você pode pelo menos acompanhá-la pelo seu computador. Esse é justamente o objetivo do serviço Google Maps ao lançar Torch Relay, um mapeamento completo dos lugares onde a Tocha já passou, qual é sua atual posição e até mesmo algumas localizações nas quais ela irá passar.
NOSSA_OPINIAO
Em se tratando de Google não há como questionar a qualidade do serviço. É claro que toda a interface do programa é bastante simples, já que usa o Google Maps como base de funcionamento. Mas é muito interessante poder acompanhar a passagem da Tocha Olímpica, mesmo que seja através de mapas.
A parte funcional do programa não mostra nenhuma novidade, exceto para quem não conhece Google Maps. De qualquer forma, é possível regular o zoom, trocar o modo de visualização de mapas para fotos de satélite ou também o modo híbrido. Arrastar a tela pressionando o botão esquerdo do mouse e aumentar e diminuir o zoom com a scroll do mouse.

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